Tendinite: mitos e verdades

Afinal de onde vem esse incômodo?

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Gestos simples como pegar o filho no colo, abrir a tampa do pote de geleia e usar o teclado durante o dia podem se tornar um desafio com a dor provocada pela tendinite – inflamação muito comum que acomete tendões variados do corpo.

Muitos fatores causam o processo inflamatório. Entre eles, esforço repetitivo, problemas posturais e traumas. No entanto, a tendinite gera muitas interpretações erradas que acabam retardando o tratamento correto. Como as chances de cura são maiores o quanto antes o paciente começar a terapia, é importante saber identificar o início da doença para procurar ajuda o mais rápido possível.

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Cuidar da saúde é sua garantia de férias tranquilas

Veja algumas dicas importantes.

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O verão chegou e é o momento perfeito para curtir as férias junto com as crianças. O ideal é se planejar a fim de que estas horas sejam prazerosas para a família inteira. Combine passeios diversos, faça uma viagem, pratique algum esporte e aproveite o tempo livre para cuidar da saúde dos pequenos e manter uma alimentação saudável. Com isso, eles terão pique total e aproveitarão todos os momentos.

Veja alguns cuidados que você deve ter no verão:

  1. Com a agenda mais livre, programe uma visita ao médico e marque os exames necessários para a manutenção da saúde. É recomendável que as crianças realizem alguns exames laboratoriais, como fezes (que detectam verminoses), urina (que identifica infecções ou substâncias anormais, como proteínas e glicose) e hemograma. Para o momento ser mais tranquilo e humanizado, algumas unidades do nosso laboratório oferecem ambientes
    dedicados às crianças, com a Turma do Tamandu.
  2. Se a brincadeira com seus filhos for ao ar livre, é preciso tomar cuidados com a exposição solar. Como o calor desidrata o corpo, ofereça muita água ou água de coco aos pequenos. Também faça planos para ficar ao sol, no máximo, até às 10 horas ou somente depois das 16 horas. Nestes horários a incidência dos raios solares é menor, diminuindo os riscos à saúde.
  3. A exposição ao sol deve ser sempre acompanhada de filtro solar, chapéu, boné e até roupas especiais, que protegem bastante a pele. Se mesmo com esses cuidados a sua pele ficar avermelhada e ardida, resfrie-a com compressas de água gelada, beba muita água e preserve-se do sol nos próximos dias. Em alguns casos, é importante procurar um médico para uma avaliação.
  4. No campo, além dos mesmos cuidados com o sol, fique atento às picadas de inseto. Elas podem desencadear uma reação alérgica que requer acompanhamento médico. Se for picado, é desaconselhável usar pomadas antiprurido por conta própria. O melhor é aliviar a coceira com compressas de água gelada na região.
  5. Um dos itens mais importantes durante as férias é a alimentação. Dê preferência a alimentos energéticos, mas sempre balanceados. Na hora de montar o lanche para levar ao passeio, siga o seguinte esquema: carboidratos do bem, frutas ou vegetais, proteínas e líquidos, como um suco ou água. Um lanche saudável é tudo o que você e seus filhos precisam para terem bastante energia e se divertirem.
  6. O verão é uma época em que há propagação de muitas doenças infantis. As gastrointestinais, como vômitos e diarreia, causam desidratação e são as de maior gravidade. Essa perda excessiva de líquidos também pode ocorrer por causa da transpiração. Portanto, é preciso oferecer muito líquido às crianças durante o dia.E então, pronto para aproveitar as férias? Cuidando da sua saúde e dos pequenos, o passeio fica
    muito mais seguro e agradável, sem motivos para preocupação. E aí é só correr, pular, caminhar e
    curtir o verão à vontade.

Alergia: como evitar

Você tem alguma alergia ou suspeita que é alérgico? Veja algumas dicas para evitar crises.

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A alergia não é um mal incomum. Estudos da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) apontam que mais de 35% dos brasileiros tem algum tipo de alergia respiratória, alimentar ou na pele. E, de acordo com a Organização Mundial da Alergia (WAO), cerca de 40% da população mundial tem alguma alergia. Segundo a organização, o ar poluído e as mudanças climáticas são os grandes vilões por trás destes números. Simplificando, as reações alérgicas nada mais são do que a resposta do nosso organismo a uma substância estranha. Geralmente, as alergias surgem na infância, mas podem aparecer em qualquer momento da vida. Apesar de ninguém nascer com alergia, algumas pessoas tem maior tendência a desenvolvê-la por ser um processo genético.

Como evitar as alergias?

  1. Primeiro passo: descobrir o problema.

Hoje, com ajuda dos testes de alergia e intolerância, o diagnóstico é bem mais prático. Como os sintomas e reações variam muito de pessoa para pessoa, se suspeitar de alguma alergia, consulte seu médico. Ele é quem irá investigar os sintomas e indicar quais exames e tratamentos você deve fazer.

  1. Alergia respiratória: o cuidado começa em casa.

Poeira, pelos de animais, poluição e fumaça de cigarro são os piores inimigos para quem tem rinite, sinusite, asma, bronquite e outros problemas respiratórios. Abrir as janelas, trocar as roupas de cama uma vez por semana, limpar os móveis com um pano úmido, eliminar o cigarro (principalmente dentro de casa) e evitar que os bichinhos durmam no mesmo quarto que você são algumas dicas para aplicar no dia a dia.

  1. Alergia alimentar: corte o que não te faz bem.

Primeiro, o ideal é cortar da dieta os alimentos que causam alguma reação estranha no corpo. Depois, é fundamental fazer um exame para identificar se essa reação acontece por conta de alergia ou intolerância. Nos dois casos, a imunoterapia é uma opção de tratamento a longo prazo.

  1. Alergia cutânea: não deixe a pele sentir.

Manchas avermelhadas e intensa coceira na pele? Pode ser alergia. Os médicos recomendam cuidado especial com o uso de cosméticos, vestir apenas roupas de algodão e não tomar banhos muito quentes, até mesmo no inverno.

Confira o conteúdo especial sobre alergias no site do Cerpe para saber quais os exames fundamentais e outros cuidados: http://www.cerpe.com.br/clientes/artigo/alergias

Quem é homem, cuida da saúde

Confira os principais exames para evitar câncer de próstata, doenças do coração e outras complicações.

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Você sabia que todo ano mais de 60 mil novos casos de câncer de próstata são detectados no Brasil? Se encontrado com antecedência, porém, seu tratamento pode ser muito mais fácil. E a prevenção não é só importante apenas para o câncer. Doenças do coração, por exemplo, muitas vezes não têm sintomas. Mas hoje existem métodos avançados para avaliar essas e muitas outras doenças, e assim tratá-las com mais eficiência.

É verdade que as mulheres cuidam mais da saúde?

O radiologista Dr. Leonardo Kayat Bittencourt explica que as mulheres chegam a viver cerca de dois anos a mais que os homens, pois começam a cuidar da saúde desde cedo. Afinal, já na adolescência começam as visitas ao ginecologista. Na fase adulta, o ideal é que o homem procure um clínico geral ou urologista uma vez por ano.

Quais exames o homem deve fazer em cada fase da vida?

A partir dos 20 anos:

Principais fatores de risco: Tabagismo, sedentarismo, alcoolismo e hábitos alimentares e histórico familiar de doença.

Exames recomendados:

  • avaliação de glicemia
  • hemograma completo
  • palpação da bolsa testicular
  • perfil lipídico
  • urina

A partir dos 30 anos:

Principal fator de risco: Estresse excessivo.

Exames recomendados:

  • eletrocardiograma
  • raios-X de tórax
  • teste ergométrico

A partir dos 40 anos:

Principais fatores de risco: Nessa idade, é hora de começar a investigar os órgãos abdominais, audição e, principalmente, a próstata. A partir dos 45 anos, são 24 milhões de brasileiros precisam iniciar a investigação da próstata.

Exames recomendados:

  • audiometria
  • toque retal da próstata
  • PSA
  • ressonância magnética multiparamétrica da próstata
  • ultrassonografia de abdômen

A partir dos 50 anos:

Principais fatores de risco: Nessa fase, o organismo já sofre mais com o desgaste natural provocado pelo passar dos anos. É preciso também atenção para prevenir os cânceres de cólon e reto.

Exames recomendados:

  • todos os exames a partir dos 20 anos devem ser feitos anualmente
  • colonoscopia
  • colonoscopia virtual por tomografia

Festa Junina: 5 dicas para comer bem

Você pode aproveitar a festa junina sem deixar a alimentação saudável de lado. Preparamos algumas dicas para te ajudar.

Você pode aproveitar a festa sem deixar a alimentação saudável de lado. Preparamos algumas dicas para te ajudar.

A época de Festa Junina é repleta de comemorações, tradições e pratos típicos. Só de falar em pamonha, milho verde, quentão e pé de moleque já dá água na boca e a vontade é de experimentar tudo. Mas vá com calma: comer demais pode causar infecções, intoxicações alimentares ou ingestão excessiva de carboidratos e açúcar.

Com esses 5 cuidados, você pode aproveitar a festa sem deixar a alimentação saudável de lado:

  1. Fique de olho na limpeza. Repare nas condições de higiene e a limpeza do local. Se possível, procure descobrir o prazo de validade dos alimentos e se eles estão devidamente acondicionados.
  2. É industrializado? Cuidado redobrado. Fique atento aos produtos industrializados como cachorros-quentes, churrasquinhos e queijo coalho. Evite consumir condimentos em bisnagas, prefira sachês individuais.
  3. Que tal um lanchinho caseiro? Faça um lanchinho antes de sair de casa. Isso ajuda a diminuir a fome e fica mais fácil resistir às tentações na hora do evento.
  4. Álcool e frituras, só com moderação. Tome cuidado com as bebidas alcoólicas como quentão e vinho quente, e também com as frituras como pastéis e churros.
  5. Para comer à vontade: Pinhão, milho verde e batata doce são alternativas menos calóricas, e ainda assim deliciosas.

Não deixe de aproveitar, afinal, escorregar um pouquinho é normal. O importante é retomar a alimentação saudável mesmo depois das festas.

5 respostas sobre o teste do pezinho

O teste do pezinho é fundamental para a saúde do seu filho. Que tal entendê-lo melhor?

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Quando o mais novo membro da família está para chegar, uma das preocupações mais comuns é se ele ou ela vai crescer saudável.

Por isso, o teste do pezinho é um dos mais importantes passos para a saúde do recém-nascido. Com apenas um pequeno furinho no calcanhar do bebê, é possível detectar risco para várias doenças genéticas ou infecciosas antes mesmo que se desenvolvam.

Respondemos as principais dúvidas em relação ao teste do pezinho, assim você vai poder conhecer mais sobre esse procedimento e garantir mais qualidade de vida ao seu bebê.

  1. Como o teste do pezinho é feito?
    É feito no terceiro dia depois do nascimento, quando o bebê já estiver em amamentação. Algumas gotinhas de sangue são coletadas do calcanhar do bebê, e depois a amostra é analisada.
  1. O bebê sente dor?
    Como o calcanhar é uma região rica em vasos sanguíneos, o furinho é feito ali, tornando o teste rápido e praticamente indolor. O bebê pode chorar durante o teste, mas por ser uma sensação totalmente nova.
  1. É preciso fazer jejum?
    Não é necessário jejum, mas não é recomendado fazer o teste imediatamente após a amamentação.
  1. Por que o teste é tão importante?
    Se descobertas a tempo, algumas doenças podem ser evitadas, assegurando o desenvolvimento saudável da criança. O pediatra poderá adequar a dieta do bebê ou determinar o uso de medicamentos para evitar sintomas ou complicações futuras, por exemplo.
  1. Quais os diferenciais do Cerpe?
    O teste do pezinho do Cerpe pode investigar mais de 50 doenças usando até 22 marcadores. Além disso, tem um amplo menu de exames confirmatórios e um dos perfis mais completos do mercado.

Lembre-se: mesmo que o resultado para as doenças pesquisadas seja negativo, isso não substitui o acompanhamento de um pediatra.

Para agendar o exame ou saber mais, consulte o nosso Atendimento ao Cliente: (81)3416-9922.

Entenda importância de diagnosticar diabetes com antecedência

A doença pode levar de 5 a 7 anos para se desenvolver, mas pode ser identificada cedo com exames periódicos.

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Você sabia que cerca de 30% das pessoas com diabetes não sabem que são portadoras da doença? E que até 25% das pessoas recém diagnosticadas já tem complicações relacionadas?

Isso ocorre porque seus sintomas são comuns, como uma simples tontura, dificuldade visual, cãibra ou disfunção erétil. Em alguns casos ainda, o diabetes não apresenta sintoma nenhum, podendo chegar a um período de 5 a 7 anos entre o início e o diagnóstico da patologia.

O diabetes que não é tratado pode resultar em várias outras complicações micro e macrovasculares, como lesões nos rins, distúrbios neurológicos e infarto. Dessa forma, o diagnóstico precoce é fundamental para minimizar os danos da doença.

O segredo para diagnosticar o diabetes com antecedência é realizar consultas e exames periodicamente, sob orientação do médico, sendo que a prevalência do diabetes no Brasil aumenta com a idade: Enquanto 2,7% das pessoas na faixa etária de 30 a 59 anos têm a doença, o índice pula para 17,4% entre os pacientes com idade entre 60 e 69 anos.

Gestantes devem ter atenção redobrada e manter seu nível de glicose controlado, já que bebês de mães portadoras de diabetes estão em maior risco de mortalidade em comparação com crianças nascidas de mães sem a doença. É recomendado que a dosagem de glicose dos recém-nascidos de mães diabéticas seja feita logo após o parto, uma vez que esses bebês apresentam um risco maior de hipoglicemia (queda da glicose).

Saiba mais sobre os diabetes tipo 1 e 2 e quais os exames para identificá-los:

DIABETES TIPO 1

O diabetes tipo 1 acomete principalmente crianças, adolescentes e jovens adultos. É uma doença autoimune que destrói as células produtoras de insulina no pâncreas, o que torna necessárias as injeções para regular a glicose.

Para detectar a doença, o paciente pode fazer os seguintes exames: glicemia de jejum, que mede o nível de açúcar no sangue naquele momento, e hemoglobina glicada, que mostra a quantidade média de açúcar no sangue nos últimos três meses. Também é necessário atenção caso aconteça a glicemia ocasional elevada mesmo quando a pessoa não está em jejum. Essa condição, aliada a outros sintomas da doença como emagrecimento, fome e sede excessiva, pode indicar a presença da patologia.

DIABETES TIPO 2

O diabetes tipo 2 está relacionado ao sedentarismo, à obesidade e a resistência à ação da insulina, sendo mais comum em pessoas que já passaram dos 45 anos.

Nesse tipo de patologia, cerca de 50% dos pacientes desconhecem ter a doença por apresentar pouco ou nenhum sintoma, podendo haver um período de 5 a 7 anos entre o início da doença e seu diagnóstico. Por isso, não se deve esperar um quadro clínico, e sim identificar grupos de risco: pessoas com idade acima de 45 anos, ou mais jovens que tenham fatores suscetíveis à doença, como obesidade, hipertensão arterial, alteração do colesterol, ovários policísticos e histórico familiar de diabetes. Para rastrear a doença nesses pacientes, é feita a dosagem da glicemia em jejum.